Anilvo Gomes
Anilvo Gomes da Silva · nasceu em 1961
Anilvo Gomes disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Mateus Leme (MG)), pelo PSB: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 43 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Anilvo Gomes declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Mateus Leme (MG) · PSB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16,2 mil91,5%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.4998,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Mateus Leme (MG), 2004
Anilvo Gomes: R$ 23,3 por voto (mediana da disputa, R$ 23,3). Quem venceu, Dr. Silvio, gastou R$ 11,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 39; o mais barato, R$ 11,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Anilvo Gomes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ronaldo PDTR$ 39 mil · 994 votosR$ 39
- Chiquito MDBR$ 138 mil · 3.804 votosR$ 36,2
- Anilvo Gomes PSBR$ 18 mil · 760 votosR$ 23,3
- Marlon PLR$ 49 mil · 2.237 votosR$ 22,1
- Dr. Silvio PTR$ 65 mil · 5.474 votosR$ 11,8
Votos por real
- 2004, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.