Angelino de Arruda
nasceu em 1933
Angelino de Arruda disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Tocantins (MG)), pelo PTB: não eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 71 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor publico). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Angelino de Arruda declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Tocantins (MG) · PTB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16,2 mil92,3%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.3627,7%
Para onde foi
- Eventos3 pessoas, não nomeadasR$ 15,5 mil87,9%
- ServiçosR$ 5863,3%
- EscritórioR$ 1340,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Tocantins (MG), 2004
Angelino De Arruda: R$ 29,9 por voto (mediana da disputa, R$ 13,1). Quem venceu, Silas, gastou R$ 13,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 29,9; o mais barato, R$ 6,70.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Angelino De Arruda. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Angelino De Arruda PTBR$ 18 mil · 589 votosR$ 29,9
- Silas DEMR$ 72 mil · 5.480 votosR$ 13,1
- Padre Fábio PTR$ 26 mil · 3.863 votosR$ 6,70
Votos por real
- 2004, prefeito: 33 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.