André Luiz Martins
André Luiz Martins de Oliveira · nasceu em 1972
André Luiz Martins se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2002), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, superior completo, motorista particular, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2002Deputado federal · Minas GeraisPSB 4004· centro-esquerda· na urna, André Machacalissuplente1.177 votos; 283º mais votado de 415 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, André Luiz Martins teve 1.177 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 283º lugar entre 415 candidatos.
Recebeu votos em 68 cidades. Belo Horizonte deu 49,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, André Luiz Martins declarou R$ 358,9 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- André Luiz MartinsR$ 358,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, André Luiz Martins declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 14,2 mil85,8%
- Outros candidatosR$ 1.98612%
- PessoasR$ 3542,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 9.08664,2%
- ServiçosR$ 3.53825%
- Material impressoR$ 1.51110,7%
- EscritórioR$ 140,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 151 por voto. Quem venceu, Professora Marli, gastou R$ 45,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 263; o mais barato, R$ 45,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Janaina Cardoso PSLR$ 976 mil · 3.717 votosR$ 263
- Luiz Henrique Da Luiz Vidas PSCR$ 637 mil · 3.139 votosR$ 203
- Michelle Da Creche PPR$ 559 mil · 2.806 votosR$ 199
- Professor Claudiney Dulim AVANTER$ 762 mil · 4.879 votosR$ 156
- Delegada Elaine Matozinhos PTBR$ 346 mil · 2.260 votosR$ 153
- Lêo Burgues PSLR$ 937 mil · 6.190 votosR$ 151
- Marilda Portela CIDADANIAR$ 440 mil · 4.425 votosR$ 99,5
- Walter Tosta PLR$ 753 mil · 8.072 votosR$ 93,2
- Pedro Patrus PTR$ 398 mil · 4.268 votosR$ 93,2
- Flávia Borja AVANTER$ 425 mil · 5.887 votosR$ 72,1
- Professora Marli PPR$ 664 mil · 14.496 votosR$ 45,8
Votos por real
- 2020, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 65 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.