Apuração
Vereador · 2020 · PSD

André Luiz Martins

André Luiz Martins de Oliveira · nasceu em 1972

André Luiz Martins se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSB2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSB (2002), PSD (2020).

Dep. federalVereadorPartidoPSBPSD’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, superior completo, motorista particular, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSD 55005· direita
    suplente
  2. 2002
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSB 4004· centro-esquerda· na urna, André Machacalis
    suplente1.177 votos; 283º mais votado de 415 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, André Luiz Martins teve 1.177 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 283º lugar entre 415 candidatos.

Recebeu votos em 68 cidades. Belo Horizonte deu 49,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,7%.

1.177 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.177 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)581 votos49,4%
  2. Machacalis (MG)155 votos13,2%
  3. Nanuque (MG)75 votos6,4%
  4. Betim (MG)65 votos5,5%
  5. Contagem (MG)58 votos4,9%
  6. Outras 53 cidades86 votos7,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, André Luiz Martins declarou R$ 358,9 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 358,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 249.851 na declaração)

Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • André Luiz MartinsR$ 358,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 358,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, André Luiz Martins declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 18 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 16,5 mil
98% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,5 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 14,2 mil85,8%
  2. Outros candidatosR$ 1.98612%
  3. PessoasR$ 3542,1%

Para onde foi

R$ 14,1 mil
O maior gasto foi com pessoal: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,1 mil.
  1. PessoalR$ 9.08664,2%
  2. ServiçosR$ 3.53825%
  3. Material impressoR$ 1.51110,7%
  4. EscritórioR$ 140,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 151 por voto. Quem venceu, Professora Marli, gastou R$ 45,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 263; o mais barato, R$ 45,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 65 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.