Apuração
Vereador · 2024 · MDB

André Luís

Andre Luis da Silva · nasceu em 1984

André Luís se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,44← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016DEM2024MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2016), MDB (2024).

VereadorPartidoDEMMDB20162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 40 anos, ensino médio, motorista particular, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    MDB 15333· centro-direita
    suplente46 votos
  2. 2016
    DEM 25555· direita· na urna, André Luis
    suplente78 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, André Luís declarou R$ 6.499 em bens, em reais de hoje.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 200.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 6.499
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 4.000 na declaração)

Mais da metade (59%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 6.499. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, André Luís declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Minador do Negrão (AL) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 6.782
6,3% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.782.
  1. Próprio bolsoR$ 3.53352,1%
  2. PessoasR$ 2.82541,7%
  3. Outros candidatosR$ 4246,3%

Para onde foi

R$ 2.439
O maior gasto foi com material impresso: 78% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.439.
  1. Material impressoR$ 1.89277,6%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 54722,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Minador do Negrão (AL), 2024

André Luís: R$ 53 por voto (mediana da disputa, R$ 15,2). Quem venceu, Emilio Ferro, gastou R$ 3,82 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,9; o mais barato, R$ 3,82.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: André Luís. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.