André Luis
André Luís Bilard de Carvalho · nasceu em 1966
André Luis se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, superior completo, policial civil, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vereador · São Luís do Paraitinga (SP)PSDB 45610· centro-direita· na urna, André Luís Bilardsuplente206 votos
- 2012Vereador · São Luís do Paraitinga (SP)PSDB 45610· centro-direita· na urna, André Luis Bilardsuplente129 votos
- 2008Vereador · São Luís do Paraitinga (SP)PSDB 45610· centro-direita· na urna, Andre Luis Bilardeleito252 votos
- 2004Vereador · São Luís do Paraitinga (SP)PSDB 45610· centro-direita· na urna, André Luis Bilardeleito290 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, André Luis declarou R$ 170,9 mil em bens, em reais de hoje: 9,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 282,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 9,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- André LuisR$ 170,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, André Luis declarou ao TSE R$ 32 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Luís do Paraitinga (SP) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.06463,4%
- Próprio bolsoR$ 1.41522,1%
- Fundo eleitoralR$ 93414,6%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, São Luís do Paraitinga (SP), 2020
André Luis: R$ 23,7 por voto (mediana da disputa, R$ 23,7). Quem venceu, Marcelo Toledo, gastou R$ 25,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 163; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: André Luis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcia Oliveira PODER$ 4,2 mil · 26 votosR$ 163
- Dra. Daniela Do Luiz Do Paulo PSBR$ 1,1 mil · 15 votosR$ 76,4
- Adilson Chiquito PSDBR$ 11 mil · 173 votosR$ 63,8
- Vavá Despachante PLR$ 2 mil · 52 votosR$ 38,1
- Larissa Do Alto Do Cruzeiro PSDBR$ 2,2 mil · 67 votosR$ 32,1
- Marcelo Toledo PSBR$ 2,6 mil · 105 votosR$ 25,2
- André Luis PSDR$ 3,6 mil · 153 votosR$ 23,7
- Danieli Pereira PSDBR$ 1,3 mil · 57 votosR$ 23,4
- Nelsinho Catuçaba PSDBR$ 2,7 mil · 116 votosR$ 23,2
- Gisele Vieira PSOLR$ 1,8 mil · 90 votosR$ 20,4
- Maria Moradei PSOLR$ 1,5 mil · 117 votosR$ 13
- Carlos Do Luiz Do Paulo PSDBR$ 1,3 mil · 105 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2020, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.