André do Tito
André Luiz Gardingo · nasceu em 1979
André do Tito se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PP (2008–2012), PROS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 37 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, André do Tito declarou R$ 232,3 mil em bens, em reais de hoje: 7,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 208,1 mil acima da inflação.
Declarou 7,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- André do TitoR$ 232,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Imóvel rural com a área de 8R$ 130 milTerreno rural
- Marca volkswagenR$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Marca volksvagenR$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Imóvel rural com área de 00R$ 24,4 milTerreno rural
- Marca fiat, elba s, 1990/1990, placa GMG-0658R$ 4.874Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, André do Tito declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Matipó (MG) · PROS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.71671,4%
- Próprio bolsoR$ 1.94524,3%
- PartidoR$ 2593,2%
- Outros candidatosR$ 911,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.04075,4%
- Material impressoR$ 1.24015,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4055,1%
- ServiçosR$ 2593,2%
- EscritórioR$ 660,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Matipó (MG), 2016
André Do Tito: R$ 28,9 por voto (mediana da disputa, R$ 15,9). Quem venceu, Romário Do Zé Bambuí, gastou R$ 7,97 por voto. O voto mais caro custou R$ 30,9; o mais barato, R$ 7,97.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: André Do Tito. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo César PROSR$ 7,3 mil · 238 votosR$ 30,9
- André Do Tito PROSR$ 8 mil · 277 votosR$ 28,9
- Luciano Pituchinha PSDBR$ 9,1 mil · 370 votosR$ 24,6
- Alessandro Do Zé Vidin PSDBR$ 4,9 mil · 223 votosR$ 21,9
- Luís Márcio Motorista PROSR$ 6,7 mil · 316 votosR$ 21,4
- Vandinho MDBR$ 5,7 mil · 298 votosR$ 19,1
- Tique PSDBR$ 5,2 mil · 325 votosR$ 15,9
- Roberto Dudu MDBR$ 6,1 mil · 401 votosR$ 15,3
- Fernandão PSDBR$ 10 mil · 748 votosR$ 13,5
- Adão Ricardo MDBR$ 8,7 mil · 672 votosR$ 12,9
- Zizi MDBR$ 5 mil · 389 votosR$ 12,8
- Romário Do Zé Bambuí PROSR$ 5,6 mil · 704 votosR$ 7,97
Votos por real
- 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.