André do Laboratório
André Cardoso de Oliveira · nasceu em 1961
André do Laboratório se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PSD.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, superior completo, farmacêutico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, André do Laboratório declarou R$ 666,1 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 345,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- André do LaboratórioR$ 666,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, André do Laboratório declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Campos Altos (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.77291,8%
- Outros candidatosR$ 6968,2%
Para onde foi
- PessoalR$ 5.21461,6%
- Material impressoR$ 2.91534,4%
- ServiçosR$ 2753,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 650,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Campos Altos (MG), 2016
André Do Laboratório: R$ 82,2 por voto (mediana da disputa, R$ 82,1). Quem venceu, Frederico Nery, gastou R$ 29,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 394; o mais barato, R$ 29,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: André Do Laboratório. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elizeu Do Ibc DEMR$ 9,1 mil · 23 votosR$ 394
- Joãozinho Da Ambulância PSBR$ 13 mil · 52 votosR$ 258
- Edinho PDTR$ 9,8 mil · 74 votosR$ 132
- Lucio Do Rhayme AGIRR$ 11 mil · 104 votosR$ 103
- Waltair - O Geladeira AGIRR$ 9,1 mil · 109 votosR$ 83,8
- André Do Laboratório PSDR$ 8,5 mil · 103 votosR$ 82,2
- Irmão Flavinho PROSR$ 17 mil · 210 votosR$ 82,1
- Verinho AGIRR$ 18 mil · 288 votosR$ 63,9
- Sinval Da Radio PSDR$ 8,1 mil · 171 votosR$ 47,4
- João Paulo PPR$ 8 mil · 220 votosR$ 36,5
- Itagina PPR$ 13 mil · 359 votosR$ 35,4
- Frederico Nery PLR$ 13 mil · 457 votosR$ 29,4
Votos por real
- 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.