André de Djalma
André Henrique de Amorim Lima · nasceu em 1989
André de Djalma se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2016.
Passou por 2 partidos: PL (2008–2012), PSD (2016–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 34 anos, superior incompleto, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, André de Djalma declarou R$ 576,8 mil em bens, em reais de hoje: 44 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 415 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 44 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- André de DjalmaR$ 576,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa situada na av. são francisco de assisR$ 227,5 milCasa
- Terreno situado a rua siqueira camposR$ 195 milTerreno
- Terreno situado a 2. travessa são francisco de assisR$ 97,5 milTerreno
- Veiculo onibusR$ 56,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, André de Djalma declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Esplanada (BA) · PSD · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.56673,8%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.61926,2%
Para onde foi
- TransporteTudo de Kg Comercio De Combustiveis E Lubrificantes LtdaR$ 1.32821,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 64810,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Esplanada (BA), 2016
Andre De Djalma: R$ 12,8 por voto (mediana da disputa, R$ 12,8). Quem venceu, Dr Lucas, gastou R$ 9,98 por voto. O voto mais caro custou R$ 36; o mais barato, R$ 9,98.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Andre De Djalma. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Arx REPUBLICANOSR$ 9,9 mil · 274 votosR$ 36
- Zelito Pimenta CIDADANIAR$ 14 mil · 425 votosR$ 33
- Fafau De Flavinho SOLIDARIEDADER$ 8,6 mil · 341 votosR$ 25,2
- Gilsinho De Dedé PSLR$ 19 mil · 885 votosR$ 22
- Adhemar De Ofélia PRTBR$ 6,3 mil · 363 votosR$ 17,5
- Adailton Mendes AVANTER$ 7,4 mil · 476 votosR$ 15,5
- Andre De Djalma PSDR$ 6,2 mil · 485 votosR$ 12,8
- Ventura PRPR$ 5,2 mil · 410 votosR$ 12,7
- Meire De Ziel PRTBR$ 5 mil · 415 votosR$ 11,9
- Pé De Gia PHSR$ 5,1 mil · 442 votosR$ 11,6
- Moacir Martins PATRIOTAR$ 4,8 mil · 450 votosR$ 10,7
- Dr Lucas REPUBLICANOSR$ 7,7 mil · 769 votosR$ 9,98
Votos por real
- 2016, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.