Apuração
Vereador · 2020 · PSB

André da Sacola

André Alexandre Ferreira · nasceu em 1973

André da Sacola se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004AGIR2008DEM2020PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: AGIR (2004), DEM (2008), PSB (2020).

VereadorPartidoAGIRDEMPSB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Diadema (SP)
    PSB 40456· centro-esquerda
    suplente1.370 votos
  2. 2008
    Vereador · Diadema (SP)
    DEM 25000· direita
    suplente
  3. 2004
    Vereador · Diadema (SP)
    AGIR 36678· centro-direita· na urna, Andre da Sacola
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, André da Sacola declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 92 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1,5 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,6 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.100.000 na declaração)

Declarou 92 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • André da SacolaR$ 1,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Salão comercial situado em Diadema/SPR$ 560,2 mil
    Outros bens imóveis
  2. reservas em moeda correnteR$ 387,8 mil
    Dinheiro em espécie
  3. 50% do imóvel localizado naRua ImbauvaR$ 316 mil
    Casa
  4. Rua GuarapirangaR$ 301,7 mil
    Casa
  5. Ford CourierR$ 14,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, André da Sacola declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Diadema (SP) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 5.563
32% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.563.
  1. Outros candidatosR$ 3.86569,5%
  2. PessoasR$ 1.69830,5%

Para onde foi

R$ 1.698
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Diadema (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 19,7 por voto. Quem venceu, Orlando Vitoriano, gastou R$ 9,31 por voto. O voto mais caro custou R$ 67; o mais barato, R$ 9,31.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Atevaldo Leitão PLR$ 91 mil · 1.353 votosR$ 67
  • Dodo Amparado PSDBR$ 26 mil · 391 votosR$ 65,4
  • Sandrinho De Diadema PSBR$ 27 mil · 504 votosR$ 54
  • Lincoln PTR$ 45 mil · 1.053 votosR$ 42,5
  • Luiz Paulo PLR$ 52 mil · 1.506 votosR$ 34,3
  • Neno PTR$ 47 mil · 1.849 votosR$ 25,6
  • Célio Boi PSBR$ 34 mil · 1.722 votosR$ 19,7
  • Josa PTR$ 73 mil · 4.024 votosR$ 18,1
  • Zé Antônio PTR$ 58 mil · 3.497 votosR$ 16,7
  • Pastor Joao Gomes REPUBLICANOSR$ 59 mil · 3.578 votosR$ 16,5
  • Eduardo Minas PROSR$ 27 mil · 2.233 votosR$ 12,1
  • Orlando Vitoriano PTR$ 48 mil · 5.140 votosR$ 9,31

Votos por real

  • 2020, vereador: 807 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 41 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 144 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.