Celio Boi
Celio Lucas de Almeida · nasceu em 1965
Celio Boi se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, superior completo, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado federal · São PauloPSB 4032· centro-esquerdasuplente3.784 votos; 441º mais votado de 1.483 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Celio Boi teve 3.784 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 441º lugar entre 1.483 candidatos.
Recebeu votos em 92 cidades. Diadema deu 75,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Celio Boi declarou R$ 160,2 mil em bens, em reais de hoje: 7,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 926,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 7,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Celio BoiR$ 160,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Celio Boi declarou ao TSE R$ 291 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 74 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Diadema (SP) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.54738,2%
- TransporteR$ 6.75434,2%
- PessoalR$ 5.46827,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Diadema (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 58,3 por voto. Quem venceu, Lucas Almeida, gastou R$ 23,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 23,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neno PTR$ 250 mil · 1.851 votosR$ 135
- Andreza Maria Bonita PPR$ 147 mil · 1.268 votosR$ 116
- Rodrigues PTR$ 181 mil · 1.694 votosR$ 107
- Alex Moreira UNIÃOR$ 143 mil · 1.861 votosR$ 76,7
- Atevaldo Leitao PSDR$ 131 mil · 2.032 votosR$ 64,3
- Lilian Cabrera PTR$ 199 mil · 3.112 votosR$ 64
- Eduardo Minas PPR$ 215 mil · 3.683 votosR$ 58,3
- Edval Da Farmácia UNIÃOR$ 133 mil · 2.586 votosR$ 51,3
- Marcio Jr PODER$ 223 mil · 4.369 votosR$ 51,1
- Josa PTR$ 255 mil · 5.087 votosR$ 50
- Gel Antonio PTR$ 165 mil · 3.419 votosR$ 48,4
- Lucas Almeida UNIÃOR$ 123 mil · 5.165 votosR$ 23,8
Votos por real
- 2024, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 70 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.