André Busa
nasceu em 1981
André Busa se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior incompleto, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, André Busa declarou R$ 130,8 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 47,6 mil acima da inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- André BusaR$ 130,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Disponibilidade monetáriaR$ 86,2 milDinheiro em espécie
- Terreno rural em são josé de costalR$ 28,7 milTerreno rural
- Conta corrente no banco do brasilR$ 10,4 milConta corrente no país
- Aplicação renda fixa no banco do estado do rio grande do sulR$ 3.389Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Conta capital no sistema de crédito cooperativoR$ 2.024Conta corrente no país
- Conta corrente no sistema de crédito cooperativoR$ 73Conta corrente no país
- Conta corrente no banco do estado do rio grande do sulR$ 3Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, André Busa declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Garibaldi (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.19993,6%
- PartidoR$ 6286,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 8.94896%
- InternetR$ 3754%
- EscritórioR$ 1< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Garibaldi (RS), 2020
André Busa: R$ 19,5 por voto (mediana da disputa, R$ 14). Quem venceu, Deonisio Cereja, gastou R$ 6,63 por voto. O voto mais caro custou R$ 223; o mais barato, R$ 6,63.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: André Busa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcia Regina Da Rosa PSBR$ 5,8 mil · 26 votosR$ 223
- Daniel Deconti PPR$ 7,9 mil · 194 votosR$ 40,5
- Claudia Schiedeck PTR$ 5,8 mil · 186 votosR$ 31,3
- André Busa MDBR$ 9,3 mil · 478 votosR$ 19,5
- Cleber Batista PPR$ 6,1 mil · 363 votosR$ 16,8
- Tiago Henrique Ferranti PPR$ 7,4 mil · 492 votosR$ 15,1
- Luiz Carlos Bombeiro PPR$ 6,7 mil · 479 votosR$ 14
- Luiz Flori Castro MDBR$ 7,3 mil · 624 votosR$ 11,7
- Leandro Delazeri PPR$ 6,9 mil · 596 votosR$ 11,6
- Rosani Fin Flores PPR$ 6,7 mil · 596 votosR$ 11,3
- Sambinha MDBR$ 6 mil · 539 votosR$ 11,2
- Deonisio Cereja PPR$ 6,8 mil · 1.030 votosR$ 6,63
Votos por real
- 2020, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 56 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.