Anderson
Anderson Aparecido Mendonça · nasceu em 1967
Anderson se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 44 anos, superior completo, gerente. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado federal · São PauloPV 4380· centro-esquerda· na urna, Anderson Mendoncasuplente3.727 votos; 351º mais votado de 1.030 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Anderson teve 3.727 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 351º lugar entre 1.030 candidatos.
Recebeu votos em 129 cidades. Mogi Mirim deu 72,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Anderson declarou R$ 383,5 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2010 e 2012, o total subiu R$ 185,7 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- AndersonR$ 383,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Anderson declarou ao TSE R$ 93 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 57 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Mogi Mirim (SP) · PV · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 18,6 mil52,3%
- PessoasR$ 16,5 mil46,3%
- PartidoR$ 3921,1%
- Outros candidatosR$ 910,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 17,8 mil50,1%
- TransporteR$ 10,2 mil28,7%
- ServiçosR$ 6.49818,3%
- EscritórioR$ 1.0513%
Quanto custou cada voto: vereador, Mogi Mirim (SP), 2012
Anderson: R$ 75,1 por voto (mediana da disputa, R$ 49,8). Quem venceu, Robertinho Tavares, gastou R$ 29,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 94,7; o mais barato, R$ 29,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Anderson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carlinhos Bernardi PTBR$ 41 mil · 431 votosR$ 94,7
- Dr. Maria Alice PSDBR$ 52 mil · 551 votosR$ 93,5
- Leonardo Zaniboni PLR$ 62 mil · 763 votosR$ 81,6
- Anderson PVR$ 36 mil · 473 votosR$ 75,1
- Miriam Da Saúde PSDBR$ 33 mil · 543 votosR$ 60,1
- Maria Helena Scudeler Barros PSDBR$ 43 mil · 765 votosR$ 56,1
- Luzia Cristina PSBR$ 47 mil · 945 votosR$ 49,8
- Dr Honório PVR$ 26 mil · 543 votosR$ 48,5
- Marquinhos Dias PSDBR$ 33 mil · 694 votosR$ 47
- Pires CIDADANIAR$ 29 mil · 620 votosR$ 46,1
- Dito Da Farmácia PVR$ 27 mil · 648 votosR$ 41
- Robertinho Tavares PSDBR$ 30 mil · 1.018 votosR$ 29,3
Votos por real
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 66 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 220 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.