Apuração
Vice-prefeita · 2024 · REPUBLICANOS

Ana Rita

Ana Rita Chaves Marinho · nasceu em 1969

Ana Rita se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleita em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PDT2016PDT2020DEM2024REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016 e 2020.

Passou por 3 partidos: PDT (2012–2016), DEM (2020), REPUBLICANOS (2024).

Vice-prefeitaVereadoraPartidoPDTDEMREPUBLICANOS2012201420162018202020222024
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeita, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, superior completo, servidor público municipal, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeita · Itambé (PE)
    REPUBLICANOS 15· direita
    Na chapa de Frederico
    chapa não eleita6.855 votos da chapa, 35,1%
  2. 2020
    Vereadora · Itambé (PE)
    DEM 25111· direita
    eleita603 votos
  3. 2016
    Vereadora · Itambé (PE)
    PDT 12111· centro-esquerda
    eleita428 votos
  4. 2012
    Vereadora · Itambé (PE)
    PDT 12111· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Ana Rita declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 7,6 mil, 11% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereadora · Itambé (PE) · DEM · eleita

De onde veio

R$ 7.642
11% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.642.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 6.36883,3%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Maria Das Gracas Gallindo Carrazzoni PrefeitoR$ 84911,1%
  3. Próprio bolsoR$ 4255,6%

Para onde foi

R$ 3.788
O maior gasto foi com material impresso: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.788. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 70818,7%
  2. EscritórioR$ 30,1%

Quanto custou cada voto: vereadora, Itambé (PE), 2020

Ana Rita: R$ 6,28 por voto (mediana da disputa, R$ 13,7). Quem venceu, Marcos De Zuca, gastou R$ 4,42 por voto. O voto mais caro custou R$ 290; o mais barato, R$ 4,42.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ana Rita. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereadora: 159 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 249 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 44 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.