Ana Pascoal
Ana Pascoal dos Anjos · nasceu em 1942
Ana Pascoal se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 65 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Ana Pascoal declarou R$ 192,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Ana PascoalR$ 192,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Casa- rua remi pereira lopesR$ 107,9 milImóveis
- Veiculo VW - gol 1.0 city flex - 2007/2007 - placa HFS-5951R$ 70,9 milVeículos, barcos e aeronaves
- Conta corrente 42644-4 agencia 2333R$ 9.683Dinheiro e aplicações
- Uma conta poupança conta 100428-4 ag. 3420/7 banco bradescoR$ 3.090Dinheiro e aplicações
- Conta banco mercantil do brasilR$ 450Dinheiro e aplicações
- Conta poupança 00204596-4 agencia 2333R$ 191Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ana Pascoal declarou ao TSE R$ 282 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 240 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereadora · Belo Horizonte (MG) · PT · suplente
De onde veio
- EmpresasR$ 142,7 mil59,4%
- PessoasR$ 79 mil32,9%
- PartidoR$ 18,6 mil7,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 62,8 mil26,1%
- EscritórioR$ 53,3 mil22,2%
- Material impressoR$ 43,4 mil18,1%
- OutrosR$ 43,3 mil18%
- TransporteR$ 34,6 mil14,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.4101%
- EventosR$ 5350,2%
Quanto custou cada voto: vereadora, Belo Horizonte (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 93,6 por voto. Quem venceu, Neusinha Santos, gastou R$ 51,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 232; o mais barato, R$ 51,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Geraldo Magela CIDADANIAR$ 587 mil · 2.532 votosR$ 232
- Gilson Dumont/Gilson /Dumont PSDBR$ 612 mil · 3.280 votosR$ 187
- Daniel Nepomuceno PSBR$ 631 mil · 4.785 votosR$ 132
- Iran Barbosa MDBR$ 835 mil · 6.812 votosR$ 123
- Sergio Santos Rodrigues PVR$ 553 mil · 4.579 votosR$ 121
- Anselmo José Domingos AGIRR$ 822 mil · 8.012 votosR$ 103
- Leo Burguês PSDBR$ 569 mil · 6.075 votosR$ 93,6
- Luzia Ferreira CIDADANIAR$ 683 mil · 7.349 votosR$ 92,9
- Tarcisio Caixeta PTR$ 632 mil · 7.420 votosR$ 85,2
- Wellington Magalhães MOBILIZAR$ 1,2 milhão · 14.321 votosR$ 83,8
- Paulo Lamac PTR$ 883 mil · 13.279 votosR$ 66,5
- Neusinha Santos PTR$ 646 mil · 12.560 votosR$ 51,4
Votos por real
- 2008, vereadora: 24 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 153 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.