Apuração
Vereadora · 2016 · PSD

Ana Maria Professora

Ana Maria de Azevedo Palma · nasceu em 1978

Ana Maria Professora disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Riachinho (MG)), pelo PSD: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,42← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPSD2016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · Riachinho (MG)
    PSD 55678· direita
    suplente159 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Ana Maria Professora declarou R$ 63,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 63,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 39.000 na declaração)

Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Ana Maria ProfessoraR$ 63,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 63,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Ana Maria Professora declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereadora · Riachinho (MG) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 12,7 mil
0% veio de fundos públicos; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,7 mil.
  1. PessoasR$ 7.88662,2%
  2. Próprio bolsoR$ 4.06432,1%
  3. Outros candidatosR$ 7225,7%

Para onde foi

R$ 12,7 mil
O maior gasto foi com pessoal: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,7 mil.
  1. PessoalR$ 5.66744,7%
  2. TransporteR$ 5.39042,5%
  3. ServiçosR$ 6485,1%
  4. Material impressoR$ 4663,7%
  5. EventosR$ 4343,4%
  6. EscritórioR$ 650,5%

Quanto custou cada voto: vereadora, Riachinho (MG), 2016

Ana Maria Professora: R$ 79,7 por voto (mediana da disputa, R$ 253). Quem venceu, Helio Motorista, gastou R$ 38,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 780; o mais barato, R$ 38,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ana Maria Professora. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Quenia De Silvim PSDR$ 12 mil · 16 votosR$ 780
  • Chico Taba PSDR$ 13 mil · 21 votosR$ 609
  • Lucas Henrique PPR$ 14 mil · 30 votosR$ 472
  • Rosely PSDR$ 17 mil · 41 votosR$ 416
  • Paulina Do Bar PTBR$ 11 mil · 30 votosR$ 373
  • Reinaldo Paulista PPR$ 11 mil · 45 votosR$ 253
  • Sargento Batista PDTR$ 11 mil · 47 votosR$ 235
  • Jacó PTBR$ 13 mil · 130 votosR$ 99,3
  • Ana Maria Professora PSDR$ 13 mil · 159 votosR$ 79,7
  • Kellington Do Tiãozinho PSDR$ 14 mil · 197 votosR$ 73,3
  • Helio Motorista PSDR$ 12 mil · 313 votosR$ 38,2

Votos por real

  • 2016, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.