Ana Maria Follador
Ana Maria Follador · nasceu em 1946
Ana Maria Follador se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleita em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PSB (2002–2004), CIDADANIA (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 61 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputada estadual · RondôniaPSB 40800· centro-esquerda· na urna, Ana Folladorsuplente2.043 votos; 96º mais votada de 327 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Ana Maria Follador teve 2.043 votos para deputada estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 96º lugar entre 327 candidatos.
Recebeu votos em 23 cidades. Cacaulândia deu 51,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Ana Maria Follador declarou R$ 43,1 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 45% da mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2008.
- Ana Maria FolladorR$ 43,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 95,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 188,7 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ana Maria Follador declarou ao TSE R$ 110 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada estadual: R$ 87 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereadora · Cacaulândia (RO) · CIDADANIA · eleita
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10,7 mil68,6%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.3398,6%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de R.C. BatistaR$ 1.60610,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Cacaulândia (RO), 2008
Ana Maria Follador: R$ 99,1 por voto (mediana da disputa, R$ 99,1). Quem venceu, Juraci Do Unibus, gastou R$ 63,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 896; o mais barato, R$ 63,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ana Maria Follador. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Baiano Gabret DEMR$ 13 mil · 15 votosR$ 896
- Dui Jesuina PODER$ 8,7 mil · 23 votosR$ 378
- Serjão DEMR$ 14 mil · 39 votosR$ 354
- Prof. Lazaro DEMR$ 13 mil · 58 votosR$ 229
- Jaire Mototaxi CIDADANIAR$ 7,8 mil · 35 votosR$ 222
- Prof. Andely PSBR$ 10 mil · 105 votosR$ 99,3
- Ana Maria Follador CIDADANIAR$ 16 mil · 157 votosR$ 99,1
- João Forró DCR$ 8,2 mil · 93 votosR$ 88
- Amélia Assistente Social PPR$ 12 mil · 139 votosR$ 84,2
- Gene Falcão CIDADANIAR$ 7,9 mil · 108 votosR$ 72,8
- Zezinho Da Emater DCR$ 8,8 mil · 131 votosR$ 67
- Juraci Do Unibus PVR$ 15 mil · 234 votosR$ 63,1
Votos por real
- 2008, vereadora: 10 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 20 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputada estadual: 24 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.