Ana Guerra
Ana Maria Quintans Guerra de Oliveira · nasceu em 1954
Ana Guerra se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleita em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada federal, 2006, suplente.
Declarou ao TSE em 2006: 52 anos, superior completo, deputado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2006Deputada federal · Minas GeraisPT 1332· centro-esquerdasuplente12.980 votos; 127º mais votada de 528 no estado
- 2004
- 2002Deputada federal · Minas GeraisPT 1332· centro-esquerdasuplente24.721 votos; 87º mais votada de 415 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Ana Guerra teve 12.980 votos para deputada federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 127º lugar entre 528 candidatos.
Recebeu votos em 326 cidades. Poços de Caldas deu 43,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 73,4%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2006, Ana Guerra declarou R$ 63 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 42% da mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2006.
- Ana GuerraR$ 63 mil
- Mediana dos candidatosR$ 149,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2,8 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ana Guerra declarou ao TSE R$ 292 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada federal: R$ 262 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereadora · Poços de Caldas (MG) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 18,5 mil60,6%
- Próprio bolsoR$ 11,1 mil36,2%
- Outros candidatosR$ 6522,1%
- PartidoR$ 3261,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 24,5 mil80,1%
- TransporteR$ 3.95212,9%
- EscritórioR$ 2.1317%
Quanto custou cada voto: vereadora, Poços de Caldas (MG), 2004
Ana Guerra: R$ 60,4 por voto (mediana da disputa, R$ 23,7). Quem venceu, Glaucia Boaretto, gastou R$ 8,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 8,72.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ana Guerra. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcilio Magalhães PTR$ 61 mil · 466 votosR$ 131
- Tita PTR$ 34 mil · 328 votosR$ 105
- Mario Chianello PTR$ 40 mil · 545 votosR$ 73,5
- Ana Guerra PTR$ 31 mil · 506 votosR$ 60,4
- Marcus Togni CIDADANIAR$ 77 mil · 1.878 votosR$ 41,2
- Gustavo Frayha DEMR$ 29 mil · 809 votosR$ 35,8
- Waldemar MDBR$ 33 mil · 1.373 votosR$ 23,7
- Marcos Matavelli PTR$ 28 mil · 1.195 votosR$ 23
- Dra. Raulina Maria Adissi MDBR$ 25 mil · 1.409 votosR$ 17,6
- Dr. Marcos Eduardo MDBR$ 26 mil · 1.852 votosR$ 14,1
- Pastor Paulo Silvano DEMR$ 32 mil · 2.785 votosR$ 11,4
- Glaucia Boaretto DEMR$ 20 mil · 2.266 votosR$ 8,72
Votos por real
- 2004, vereadora: 17 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2002, deputada federal: 94 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.