Apuração
Vereadora · 2020 · PSL

Prof. Ana Brasileira

Ana Lucia Fernandes da Mata Resende · nasceu em 1964

Prof. Ana Brasileira se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleita em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,45← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB2018PODE2020PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: MDB (2002–2004), PODE (2018), PSL (2020).

Dep. federalVereadoraPartidoMDBPODEPSL’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitasuplente ou vicenão eleitanão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereadora · Belo Horizonte (MG)
    PSL 17900· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2018
    Deputada federal · Minas Gerais
    PODE 1909· direita· na urna, Professora Ana Brasileira
    suplente1.011 votos; 457º mais votada de 825 no estado
  3. 2004
    Vereadora · Belo Horizonte (MG)
    MDB 15644· centro· na urna, Ana Brasileira
    suplente
  4. 2002
    Deputada federal · Minas Gerais
    MDB 1555· centro· na urna, Ana Brasileira
    suplente6.042 votos; 161º mais votada de 415 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Prof. Ana Brasileira teve 1.011 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 457º lugar entre 825 candidatos.

Recebeu votos em 127 cidades. Belo Horizonte deu 51,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,6%.

1.011 votos
votos para deputada federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.011 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)525 votos51,9%
  2. Contagem (MG)69 votos6,8%
  3. Betim (MG)49 votos4,8%
  4. Lavras (MG)37 votos3,7%
  5. Ibirité (MG)25 votos2,5%
  6. Outras 112 cidades196 votos19,4%
As outras 1 eleições para deputado
6.042 votos
votos para deputada federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 6.042 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)1.731 votos28,6%
  2. Governador Valadares (MG)1.526 votos25,3%
  3. Contagem (MG)241 votos4%
  4. Sabinópolis (MG)117 votos1,9%
  5. Itambacuri (MG)106 votos1,8%
  6. Outras 390 cidades1.795 votos29,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Prof. Ana Brasileira declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 800.000 na declaração)

Declarou 8 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2018.

  • Prof. Ana BrasileiraR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 152,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. Ana Brasileira declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputada federal: R$ 37 mil, 88% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereadora · Belo Horizonte (MG) · PSL · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 64
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereadora, Belo Horizonte (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 151 por voto. Quem venceu, Professora Marli, gastou R$ 45,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 263; o mais barato, R$ 45,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputada federal: 34 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2002, deputada federal: 761 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.