Amir Salomão
Amir Salomão Jacob · nasceu em 1953
Amir Salomão disputou uma eleição, em 2020, para prefeito (Sacramento (MG)), pelo PSL: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2020, Amir Salomão declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, em reais de hoje.
2020 · Prefeito · Sacramento (MG) · PSL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 3.68723,7%
- Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 1.2748,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Sacramento (MG), 2020
Amir Salomão: R$ 21,9 por voto (mediana da disputa, R$ 34,2). Quem venceu, Baguá, gastou R$ 34,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 162; o mais barato, R$ 21,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Amir Salomão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Janete Do Pt PTR$ 50 mil · 306 votosR$ 162
- Tania Moreno PSBR$ 205 mil · 3.875 votosR$ 52,8
- Baguá MDBR$ 308 mil · 9.009 votosR$ 34,2
- Amir Salomão PSLR$ 16 mil · 710 votosR$ 21,9
Votos por real
- 2020, prefeito: 46 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.