Amado Cortez do Compraki
Amado Cortez · nasceu em 1960
Amado Cortez do Compraki se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2004), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, até o fundamental, comerciário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Amado Cortez do Compraki declarou R$ 8.123 em bens, em reais de hoje.
Declarou 34% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Amado Cortez do ComprakiR$ 8.123
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Amado Cortez do Compraki declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Bofete (SP) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 2.86795%
- Material impressoR$ 1505%
Quanto custou cada voto: vereador, Bofete (SP), 2004
Amado Cortez: R$ 19 por voto (mediana da disputa, R$ 18,9). Quem venceu, Haraldinho, gastou R$ 13,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 13,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Amado Cortez. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alfredo MDBR$ 2,5 mil · 18 votosR$ 138
- Dona Lili PSDBR$ 6,8 mil · 82 votosR$ 82,8
- Evandro Capellari PSDBR$ 7,7 mil · 116 votosR$ 66,5
- Neia Da Baronesa PSDBR$ 4,2 mil · 99 votosR$ 42,9
- Débora Formigoni PSDBR$ 6,2 mil · 169 votosR$ 36,7
- Amado Cortez PDTR$ 3 mil · 159 votosR$ 19
- Zé Hamilton Alpes Da Castelo PSDBR$ 3,1 mil · 165 votosR$ 18,9
- Pinson PTR$ 3,4 mil · 181 votosR$ 18,8
- Darci Da Tula DEMR$ 4,5 mil · 256 votosR$ 17,6
- João Aliberti PSDBR$ 4,7 mil · 287 votosR$ 16,3
- Junior PPR$ 5,1 mil · 351 votosR$ 14,5
- Haraldinho MDBR$ 3,7 mil · 279 votosR$ 13,4
Votos por real
- 2004, vereador: 53 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.