Álvaro Pinheiro
Álvaro Pinheiro dos Santos · nasceu em 1959
Álvaro Pinheiro disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Vereda (BA)), pelo MDB: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 44 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Álvaro Pinheiro declarou ao TSE R$ 166 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Vereda (BA) · MDB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 92,9 mil55,9%
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 73,3 mil44,1%
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto Vereda Ltada MeR$ 32,6 mil19,6%
- PessoalR$ 6.5163,9%
- ServiçosR$ 1.4760,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Vereda (BA), 2004
Álvaro Pinheiro: R$ 103 por voto (mediana da disputa, R$ 103). Quem venceu, Adalberto, gastou R$ 109 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Álvaro Pinheiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Adalberto PHSR$ 250 mil · 2.302 votosR$ 109
- Álvaro Pinheiro MDBR$ 166 mil · 1.610 votosR$ 103
Votos por real
- 2004, prefeito: 9,7 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.