Alvaro Coli
Alvaro José Junqueira Coli · nasceu em 1958
Alvaro Coli se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2016.
Passou por 3 partidos: PT (2004–2012), PSD (2016–2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 66 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Alvaro Coli declarou R$ 181,9 mil em bens, em reais de hoje: 6,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 142,2 mil acima da inflação.
Declarou 6,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Alvaro ColiR$ 181,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Um renault kwid 2023R$ 72,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 60,8 milDinheiro em espécie
- Um lote de terrenona rua projetadaR$ 38,7 milTerreno
- Um lote de terrenoR$ 8.838Terreno
- Poupança BBR$ 917Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Alvaro Coli declarou ao TSE R$ 66 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 45 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Carmo de Minas (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.82666,8%
- PessoasR$ 1.64118,8%
- Outros candidatosR$ 1.25414,4%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.77847,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.62545,1%
- Material impressoR$ 3415,9%
- EscritórioR$ 821,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Carmo de Minas (MG), 2024
Alvaro Coli: R$ 22,7 por voto (mediana da disputa, R$ 54,3). Quem venceu, Dudu Fisioterapeuta, gastou R$ 7,26 por voto. O voto mais caro custou R$ 957; o mais barato, R$ 7,26.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alvaro Coli. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kiko Do Karatê PRDR$ 3,8 mil · 4 votosR$ 957
- Jeane PRDR$ 3,3 mil · 7 votosR$ 469
- Ligia PRDR$ 1,4 mil · 4 votosR$ 340
- Joaquim Do Picolé PRDR$ 3,8 mil · 27 votosR$ 142
- Jacaré PRDR$ 3,8 mil · 49 votosR$ 78,1
- Deco Da Tieta PRDR$ 3,8 mil · 66 votosR$ 58
- Zezinho Do Pão PRDR$ 1,4 mil · 25 votosR$ 54,3
- Marcelo Da Rubélia PPR$ 11 mil · 225 votosR$ 50,2
- Alvaro Coli MDBR$ 5,8 mil · 257 votosR$ 22,7
- Paulinho Do Transporte PDTR$ 3,5 mil · 233 votosR$ 14,9
- Fernando Melo MDBR$ 2,6 mil · 321 votosR$ 8,04
- Dudu Fisioterapeuta MDBR$ 2,2 mil · 306 votosR$ 7,26
Votos por real
- 2024, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 236 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.