Alvaro Cabeleireiro
Alvaro Antonio Tazzinafo Bellini · nasceu em 1962
Alvaro Cabeleireiro se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 5 partidos: MDB (2004), PTB (2008), PSD (2012), PP (2016), MDB (2020), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 62 anos, ensino médio, cabeleireiro e barbeiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Alvaro Cabeleireiro declarou R$ 87,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 78,2 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Alvaro CabeleireiroR$ 87,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Alvaro Cabeleireiro declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 6,4 mil, 85% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Osvaldo Cruz (SP) · PL · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Liberal (Pl)R$ 5.46885,1%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2024 Edmar Carlos Mazucato PrefeitoR$ 6319,8%
- Próprio bolsoR$ 3285,1%
Para onde foi
- Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 3.28156,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2193,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Osvaldo Cruz (SP), 2024
Alvaro Cabeleireiro: R$ 13,2 por voto (mediana da disputa, R$ 20,3). Quem venceu, Hugo Martins, gastou R$ 9,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 925; o mais barato, R$ 8,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alvaro Cabeleireiro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sueli REDER$ 5,5 mil · 6 votosR$ 925
- Adriane Cavacini PPR$ 11 mil · 79 votosR$ 138
- Nelson Alves (Didi) PLR$ 3,3 mil · 33 votosR$ 99,4
- Bitinha PLR$ 11 mil · 207 votosR$ 53
- Osmar Adrios PLR$ 4,5 mil · 202 votosR$ 22,5
- Adelcio Cruz Charutinho REPUBLICANOSR$ 5,5 mil · 245 votosR$ 22,3
- Exclusivo PDTR$ 11 mil · 540 votosR$ 20,3
- Antonio Bortoluci (Tuty) PSBR$ 4,8 mil · 247 votosR$ 19,6
- Donisete Do Pedrinho Da Granol PLR$ 5,5 mil · 413 votosR$ 13,2
- Alvaro Cabeleireiro PLR$ 5,8 mil · 440 votosR$ 13,2
- Hugo Martins PSDR$ 5,5 mil · 574 votosR$ 9,53
- Michel Rocha PLR$ 3,3 mil · 406 votosR$ 8,08
Votos por real
- 2024, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 1.167 votos por R$ 1.000, 9,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 799 votos por R$ 1.000, 17 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 780 votos por R$ 1.000, 22 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.