Apuração
Vereador · 2020 · PT

Alonso Torres

Alonso Torres da Silva · nasceu em 1972

Alonso Torres se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PT2016PT2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo PT.

VereadorPartidoPT20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Medicilândia (PA)
    PT 13124· esquerda
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Medicilândia (PA)
    PT 13124· centro-esquerda· na urna, Alonso
    suplente
  3. 2012
    Vereador · Medicilândia (PA)
    PT 13124· centro-esquerda· na urna, Alonso
    eleito393 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Alonso Torres declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 295 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 305,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,7 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.180.000 na declaração)

Declarou 295 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2020.

  • Alonso TorresR$ 1,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 5.746
  • Mediana dos eleitosR$ 100,6 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Lote no km 90 norte contendo 100 hectaresR$ 861,9 mil
    Outros bens imóveis rural
  2. Predio localizado na rua 12 de maio medindo 10X40R$ 502,8 mil
    Prédio comercial
  3. Rebanho de gado contendo 80 cabeçasR$ 287,3 mil
    Outras aplicações
  4. Corsa sedan ano 2002R$ 21,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Saveiro ano 1996R$ 14,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Xr ano 2000R$ 3.591
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Titan ano 2000R$ 3.591
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Alonso Torres declarou ao TSE R$ 50 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 19 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Medicilândia (PA) · PT · suplente

De onde veio

R$ 17,1 mil
4,9% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 11 mil64,5%
  2. PessoasR$ 2.83016,5%
  3. Outros candidatosR$ 2.41314,1%
  4. Fundo eleitoralR$ 8414,9%

Para onde foi

R$ 8.769
O maior gasto foi com pessoal: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.769.
  1. PessoalR$ 4.24648,4%
  2. ServiçosR$ 2.83032,3%
  3. Material impressoR$ 87710%
  4. TransporteR$ 8159,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Medicilândia (PA), 2020

Alonso Torres: R$ 83,5 por voto (mediana da disputa, R$ 77,8). Quem venceu, Fredson Deca, gastou R$ 11,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.011; o mais barato, R$ 11,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alonso Torres. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Gizelle Souza PSBR$ 7,1 mil · 7 votosR$ 1.011
  • Teresinha Trevisan PATRIOTAR$ 11 mil · 26 votosR$ 419
  • Paulo Da Farmacia PSDBR$ 22 mil · 105 votosR$ 209
  • Ze Neto PSDBR$ 28 mil · 206 votosR$ 137
  • Alonso Torres PTR$ 8,8 mil · 105 votosR$ 83,5
  • Professor Iltomar PATRIOTAR$ 17 mil · 213 votosR$ 78,4
  • Daniel Do 85 PSDBR$ 28 mil · 364 votosR$ 77,8
  • Vania PTR$ 14 mil · 244 votosR$ 57,3
  • Ramos PSCR$ 7,1 mil · 214 votosR$ 33,1
  • Nei Teixeira PDTR$ 7,4 mil · 361 votosR$ 20,5
  • Nego Rusbimario Queiroz MDBR$ 8,6 mil · 426 votosR$ 20,2
  • Fredson Deca PSDBR$ 7,1 mil · 598 votosR$ 11,8

Votos por real

  • 2020, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.