Apuração
Vereador · 2016 · PP

Aloísio Grazziotin

Aloisio Letti Grazziotin · nasceu em 1957

Aloísio Grazziotin disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Bom Jesus (RS)), pelo PP: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,65← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Bom Jesus (RS)
    PP 11333· direita
    eleito345 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Aloísio Grazziotin declarou R$ 35,3 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 35,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 21.717 na declaração)

Declarou 48% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Aloísio GrazziotinR$ 35,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 35,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Aloísio Grazziotin declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, em reais de hoje, 2,5% de dinheiro público.

2016 · Vereador · Bom Jesus (RS) · PP · eleito

De onde veio

R$ 12,1 mil
2,5% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,1 mil.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 11,2 mil92%
  2. Próprio bolsoR$ 4053,3%
  3. Fundo partidárioR$ 3002,5%
  4. PartidoR$ 2662,2%

Para onde foi

R$ 12,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 1.1339,3%
  2. OutrosR$ 8587,1%
  3. ServiçosR$ 8106,7%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 6485,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Bom Jesus (RS), 2016

Aloísio Grazziotin: R$ 35,2 por voto (mediana da disputa, R$ 16,2). Quem venceu, Serginho Billieri, gastou R$ 6,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,9; o mais barato, R$ 6,43.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Aloísio Grazziotin. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Claudinha REPUBLICANOSR$ 5,5 mil · 74 votosR$ 73,9
  • Fátima Oliveira PPR$ 2,7 mil · 39 votosR$ 68,3
  • Jaziel MDBR$ 12 mil · 200 votosR$ 57,9
  • Aloísio Grazziotin PPR$ 12 mil · 345 votosR$ 35,2
  • Rafael Silveira PPR$ 9,7 mil · 442 votosR$ 22
  • Solon Dutra PPR$ 2,6 mil · 128 votosR$ 20,2
  • Jesiel Ferreira Xexéu MDBR$ 2,3 mil · 143 votosR$ 16,2
  • Baiano MDBR$ 5,1 mil · 324 votosR$ 15,9
  • Dinho Jacoby PPR$ 3,5 mil · 229 votosR$ 15,1
  • Diogo Kramer Boeira PDTR$ 4,3 mil · 527 votosR$ 8,24
  • Catiane Espindola PPR$ 2,8 mil · 371 votosR$ 7,55
  • Serginho Billieri MDBR$ 2,7 mil · 419 votosR$ 6,43

Votos por real

  • 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.