Apuração
Vereador · 2012 · CIDADANIA

Alfredo Ruzza

Alfredo Castro Ruzza · nasceu em 1945

Alfredo Ruzza se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002CIDADANIA2012CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2012 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Sempre pelo CIDADANIA.

Dep. estadualVereadorPartidoCIDADANIA200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2012: 66 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Sumaré (SP)
    CIDADANIA 23456· centro
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    CIDADANIA 23523· centro
    suplente42.810 votos; 110º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Alfredo Ruzza teve 42.810 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 110º lugar entre 1.424 candidatos.

Recebeu votos em 248 cidades. Sumaré deu 68,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,2%.

42.810 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 42.810 votos.
  1. Sumaré (SP)29.510 votos68,9%
  2. Campinas (SP)3.892 votos9,1%
  3. Monte Mor (SP)3.213 votos7,5%
  4. Tanabi (SP)1.404 votos3,3%
  5. Hortolândia (SP)1.086 votos2,5%
  6. Outras 233 cidades1.638 votos3,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Alfredo Ruzza declarou ao TSE R$ 952 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado estadual · São Paulo · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 952,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 57 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 952,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas57 pessoas, não nomeadasR$ 617,9 mil64,9%
  2. Próprio bolsoR$ 84,9 mil8,9%

Para onde foi

R$ 952,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 952,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalR$ 73,8 mil7,7%
  2. TransporteR$ 44,7 mil4,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 13 mil1,4%
  4. ServiçosR$ 4.4290,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2002

Mediana da disputa: R$ 19,7 por voto. Quem venceu, Ricardo Tripoli, gastou R$ 9,63 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.439; o mais barato, R$ 9,63.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado estadual: 45 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.