Alfredão
Alfredo Paulo Marques Rodrigues · nasceu em 1957
Alfredão se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012 e 2020.
Passou por 3 partidos: PP (2012), PSD (2018–2020), UNIÃO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 67 anos, superior completo, prefeito, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2018, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado federal · Rio de JaneiroPSD 5551· direitasuplente12.016 votos; 130º mais votado de 1.046 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Alfredão teve 12.016 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 130º lugar entre 1.046 candidatos.
Recebeu votos em 85 cidades. Itaperuna deu 68,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Alfredão declarou R$ 736,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2024.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2024.
- AlfredãoR$ 736,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 322,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 442,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- CasaR$ 443 milCasa
- CasaR$ 140,3 milCasa
- Dinheiro em espécieR$ 115,9 milDinheiro em espécie
- AutomóvelR$ 37,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Alfredão declarou ao TSE R$ 2,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 927 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Itaperuna (RJ) · UNIÃO · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Uniao BrasilR$ 609,7 mil98,2%
- PessoasR$ 10,9 mil1,8%
Para onde foi
- Pessoal105 pessoas, não nomeadasR$ 209,9 mil33,8%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 43,7 mil7%
- OutrosR$ 9.1871,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Itaperuna (RJ), 2024
Alfredão: R$ 33,1 por voto (mediana da disputa, R$ 27,8). Quem venceu, Nel, gastou R$ 27,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 78,5; o mais barato, R$ 26,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alfredão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kadu Novaes REPUBLICANOSR$ 369 mil · 4.699 votosR$ 78,5
- Alfredão UNIÃOR$ 621 mil · 18.755 votosR$ 33,1
- Nel PLR$ 667 mil · 24.004 votosR$ 27,8
- Dr Bruno NOVOR$ 176 mil · 6.729 votosR$ 26,2
Votos por real
- 2024, prefeito: 30 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 33 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 57 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 33 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.