Alexandre Rossi
Alexandre de Lima Rossi · nasceu em 1957
Alexandre Rossi se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: PP (2004), PL (2008–2012), PTB (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, superior completo, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Alexandre Rossi declarou R$ 182,9 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 747,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Alexandre RossiR$ 182,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- casa construida em terreno de 8000 metros em imbassaiR$ 86,2 milCasa
- automovel marca ford modelo KA motor 1.0 ano 2015/2015R$ 52,7 milOutros bens móveis
- Poupança no banco do brasilR$ 23,6 milCaderneta de poupança
- Saldo da conta correnteR$ 13,2 milConta corrente no país
- lote 01 condominio Dos DeusesR$ 7.182Outros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Alexandre Rossi declarou ao TSE R$ 66 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 30 mil, 2,6% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mata de São João (BA) · PSDB · suplente
De onde veio
- VaquinhaR$ 4.33157,1%
- PessoasR$ 1.84024,3%
- Próprio bolsoR$ 1.41518,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.09867,3%
- InternetR$ 2.17928,8%
- EscritórioR$ 2963,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Mata de São João (BA), 2020
Alexandre Rossi: R$ 16,5 por voto (mediana da disputa, R$ 13,1). Quem venceu, Dadau, gastou R$ 6,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 40; o mais barato, R$ 6,44.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alexandre Rossi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Agnaldo De Lulu PSDR$ 24 mil · 592 votosR$ 40
- Sergio Bogoió PSDR$ 15 mil · 474 votosR$ 31,9
- Zelito PSDBR$ 14 mil · 524 votosR$ 26,9
- Tiago De Zezo DEMR$ 24 mil · 999 votosR$ 24,5
- Alexandre Rossi PSDBR$ 7,6 mil · 458 votosR$ 16,5
- Simone Prado PSDBR$ 14 mil · 1.007 votosR$ 13,5
- Marcus Theofilo DEMR$ 12 mil · 944 votosR$ 13,1
- Cristiano Magalhães REPUBLICANOSR$ 8,5 mil · 690 votosR$ 12,3
- Zé Do Relogio PSDBR$ 7,1 mil · 611 votosR$ 11,6
- Jiló PSDBR$ 11 mil · 1.158 votosR$ 9,28
- Elinaldo Santana DEMR$ 9,4 mil · 1.092 votosR$ 8,58
- Dadau PSDBR$ 7,1 mil · 1.098 votosR$ 6,44
Votos por real
- 2020, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.