Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Alexandre Polita

nasceu em 1975

Alexandre Polita disputou uma eleição, em 2016, para prefeito (São Miguel do Iguaçu (PR)), pelo MDB: não eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,32← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoMDB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15· centro-direita
    não eleito7.492 votos, 43,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Alexandre Polita declarou R$ 543,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 543,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 334.752 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Paraná em 2016.

  • Alexandre PolitaR$ 543,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 487,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 633,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 543,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Casa em alvenaria com 179R$ 290,3 mil
    Casa
  2. Veiculo duster dyn 2.0 automaticoR$ 111,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Lote urbano 04R$ 32,5 mil
    Terreno
  4. Lote urbano n. 04R$ 24,4 mil
    Terreno
  5. Saldo poupança rural na ccila vanguardaR$ 18,5 mil
    Caderneta de poupança
  6. Saldo poupança banco rural na ccila vanguarda em nome do…R$ 17,8 mil
    Caderneta de poupança
  7. Lote urbano 16R$ 13,9 mil
    Terreno
  8. Lote urbano 15R$ 13,9 mil
    Terreno
  9. Saldo conta poupança banco caixa economica federal em nome…R$ 11,5 mil
    Caderneta de poupança
  10. Saldo poupança banco caixa economica federal em nome da…R$ 9.898
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Alexandre Polita declarou ao TSE R$ 120 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Prefeito · São Miguel do Iguaçu (PR) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 120,2 mil
0% veio de fundos públicos; 27 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 120,2 mil.
  1. Pessoas27 pessoas, não nomeadasR$ 64,4 mil53,6%
  2. Próprio bolsoR$ 55,8 mil46,4%

Para onde foi

R$ 120,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 120,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal28 pessoas, não nomeadasR$ 20,9 mil17,4%
  2. OutrosR$ 7370,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, São Miguel do Iguaçu (PR), 2016

Alexandre Polita: R$ 16 por voto (mediana da disputa, R$ 20,4). Quem venceu, Claudio Dutra, gastou R$ 20,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 30,9; o mais barato, R$ 16.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alexandre Polita. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 62 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.