Apuração
Deputado estadual · 2014 · PSL

Dr. Alexandre Cury Martins

Alexandre Cury Martins · nasceu em 1968

Dr. Alexandre Cury Martins se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010MDB2014PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2010), PSL (2014).

Dep. estadualPartidoMDBPSL201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 46 anos, superior completo, médico, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSL 17000· direita
    suplente6.035 votos; 223º mais votado de 1.846 no estado
  2. 2010
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    MDB 15001· centro· na urna, Alexandre Martins
    suplente5.350 votos; 235º mais votado de 1.514 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Dr. Alexandre Cury Martins teve 6.035 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 223º lugar entre 1.846 candidatos.

Recebeu votos em 66 cidades. Itaperuna deu 60,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,3%.

6.035 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 6.035 votos.
  1. Itaperuna (RJ)3.673 votos60,9%
  2. Natividade (RJ)222 votos3,7%
  3. Rio de Janeiro (RJ)222 votos3,7%
  4. Macuco (RJ)187 votos3,1%
  5. Bom Jesus do Itabapoana (RJ)170 votos2,8%
  6. Outras 51 cidades705 votos11,7%
As outras 1 eleições para deputado
5.350 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 5.350 votos.
  1. Itaperuna (RJ)2.758 votos51,6%
  2. Porciúncula (RJ)472 votos8,8%
  3. Rio de Janeiro (RJ)470 votos8,8%
  4. São José de Ubá (RJ)281 votos5,3%
  5. Natividade (RJ)280 votos5,2%
  6. Outras 46 cidades280 votos5,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Dr. Alexandre Cury Martins declarou R$ 7,9 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2014, o total subiu R$ 7,2 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 7,9 mi
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 4.067.500 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2014.

Cada quadrado é 1% de R$ 7,9 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Fazenda santa cecília na zona rural no municipio de…R$ 2,9 mi
    Terreno rural
  2. Predio comercial situado em itaperunaR$ 2,3 mi
    Prédio comercial
  3. Sitio na zona rural do municipio de natividadeR$ 1,2 mi
    Terreno rural
  4. Sitio do juca na zona rural do municpio de nativadadeR$ 775,7 mil
    Terreno rural
  5. Sitio na zona rural no municipio de natividadeR$ 581,8 mil
    Terreno rural
  6. Carro fiat modelo freemonte precicion ano 2012R$ 126 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Participação de 50¢ em uma empresa centerclin clinica…R$ 4.848
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dr. Alexandre Cury Martins declarou ao TSE R$ 84 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 44 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PSL · suplente

De onde veio

R$ 39,4 mil
0% veio de fundos públicos; 11 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 39,4 mil.
  1. Pessoas11 pessoas, não nomeadasR$ 29 mil73,6%
  2. Próprio bolsoR$ 9.60124,4%
  3. PartidoR$ 7782%

Para onde foi

R$ 39,4 mil
O maior gasto foi com serviços: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 39,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços11 pessoas, não nomeadasR$ 29 mil73,6%
  2. TransporteR$ 6661,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2014

Mediana da disputa: R$ 72,8 por voto. Quem venceu, Nivaldo Mulim, gastou R$ 22,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 200; o mais barato, R$ 22,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 153 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 121 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.