Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Alexandre Magno

Alexandre Magno de Moura · nasceu em 1973

Alexandre Magno se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2014PHS2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PHS (2014), MDB (2016).

Dep. federalPrefeitoPartidoPHSMDB20142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Pouso Alegre (MG)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito7.663 votos, 10,7%
  2. 2014
    Deputado federal · Minas Gerais
    PHS 3131· centro-direita
    suplente18.290 votos; 93º mais votado de 620 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Alexandre Magno teve 18.290 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 93º lugar entre 620 candidatos.

Recebeu votos em 308 cidades. Pouso Alegre deu 76,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,8%.

18.290 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 18.290 votos.
  1. Pouso Alegre (MG)13.939 votos76,2%
  2. Extrema (MG)310 votos1,7%
  3. Camanducaia (MG)298 votos1,6%
  4. Belo Horizonte (MG)265 votos1,4%
  5. São Gonçalo do Sapucaí (MG)221 votos1,2%
  6. Outras 293 cidades1.864 votos10,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Alexandre Magno declarou R$ 308,5 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2014 e 2016.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 308,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 189.910 na declaração)

Declarou 66% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2016.

  • Alexandre MagnoR$ 308,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 467,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 497,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 308,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 12 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Np da cãmara de mediação e arbritagem de minas geraisR$ 81,2 mil
    Crédito decorrente de empréstimo
  2. Lote 01 da quadra 20R$ 56,9 mil
    Terreno rural
  3. Quotas de capital da empresa câmara de mediação e…R$ 48,1 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. Lote 17 da quadra e loteamento gran royalleR$ 35,2 mil
    Terreno
  5. Lote 09 quadra jR$ 35 mil
    Terreno
  6. Lote 02 quadra j loteamneto gran royalleR$ 31,7 mil
    Terreno
  7. Caixa economica federalR$ 11,4 mil
    Outras aplicações
  8. Banco itaúR$ 7.381
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  9. Conta corrente na c.e.fR$ 676
    Outras aplicações
  10. Banco santanderR$ 588
    Outras aplicações
  11. Conta corrente no banco itaúR$ 244
    Outras aplicações
  12. Capital da firma mary sportsR$ 162
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Alexandre Magno declarou ao TSE R$ 570 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 331 mil, 4,9% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Pouso Alegre (MG) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 330,9 mil
4,9% veio de fundos públicos; 57 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 330,9 mil.
  1. Pessoas57 pessoas, não nomeadasR$ 314,8 mil95,1%
  2. Fundo partidárioR$ 16,2 mil4,9%

Para onde foi

R$ 330,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 35% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 330,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal62 pessoas, não nomeadasR$ 42,1 mil12,7%
  2. EscritórioR$ 5.0831,5%
  3. OutrosR$ 3.2381%
  4. TransporteR$ 1.4360,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, Pouso Alegre (MG), 2016

Alexandre Magno: R$ 43,2 por voto (mediana da disputa, R$ 40,5). Quem venceu, Rafael Simoes Do Hospital, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,1; o mais barato, R$ 12,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alexandre Magno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 77 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.