Alexandre Barros
Alexandre Maciel de Barros · nasceu em 1982
Alexandre Barros se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004), PSDB (2008–2012), PV (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 38 anos, superior completo, contador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vice-prefeito · Pitangui (MG)PV 45· centroNa chapa de Marcilio Valadareschapa eleita10.910 votos da chapa, 69,0%
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Alexandre Barros declarou R$ 685,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 596,3 mil acima da inflação.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.
- Alexandre BarrosR$ 685,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 19 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Dinheiro em especie em poder do declaranteR$ 287,3 milDinheiro em espécie
- Automovel fiat toro 2.0R$ 143,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Lote de N.10R$ 60,3 milTerreno
- Saldo premios banco bradescoR$ 59,6 milPrevidência VGBL
- Aparelho gerador de energia solarR$ 38,5 milOutros bens móveis
- Automovel cevrolet celta 1.0R$ 33 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Imovel residencial urbano na rua bom despacho 25R$ 21,5 milCasa
- Saldo em conta na credpit LTDAR$ 11,5 milOutros fundos
- 40% Do capitalsocial servmedR$ 10,8 milOutras participações societárias
- 30% Capital na firma contabilidade joao de barros LTDAR$ 6.464Outras participações societárias
- 13,34% Do capital social na firma jb emprendimentos e…R$ 3.831Outras participações societárias
- Capital social da credipitR$ 3.219Outros fundos
- 10% Capital social na firma jb emprendimentos e…R$ 2.873Outras participações societárias
- Saldo conta corrente banco do brasilR$ 1.488Outros fundos
- 3,34% Capital social na firma contabilidade joao de barros…R$ 718Outras participações societárias
- Capital social na credcoopR$ 325Outros fundos
- Saldo banco bradescoR$ 111Outros fundos
- Saldo conta na caixa economica federalR$ 10Outros fundos
- Saldo conta na caixa economica federalR$ 1Outros fundos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Alexandre Barros declarou ao TSE R$ 200 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 172 mil, 25% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Pitangui (MG) · PV · não eleito
De onde veio
- Pessoas19 pessoas, não nomeadasR$ 115,5 mil67,3%
- PartidoR$ 7.8264,6%
- Próprio bolsoR$ 4.8822,8%
Para onde foi
- Pessoal98 pessoas, não nomeadasR$ 57,7 mil42,4%
- InternetR$ 1.5571,1%
- EscritórioR$ 6180,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pitangui (MG), 2020
Alexandre Barros: R$ 18,6 por voto (mediana da disputa, R$ 19). Quem venceu, Maria Lúcia Cardoso, gastou R$ 19,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 19,5; o mais barato, R$ 18,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alexandre Barros. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Lúcia Cardoso MDBR$ 170 mil · 8.733 votosR$ 19,5
- Alairzinho DCR$ 2,8 mil · 149 votosR$ 19
- Alexandre Barros PVR$ 136 mil · 7.321 votosR$ 18,6
Votos por real
- 2020, prefeito: 54 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 206 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.