Apuração
Vereador · 2016 · PT

Alexandre

Carlos Alexandre Campos da Costa · nasceu em 1973

Alexandre se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPT−0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PODE2016PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PODE (2012), PT (2016).

VereadorPartidoPODEPT201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, ensino médio, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PT 13123· centro-esquerda
    eleito302 votos
  2. 2012
    PODE 19456· centro-direita
    suplente263 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Alexandre declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 1,4 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,4 mi
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 890.000 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amapá não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Imovel residencial mobiliadoR$ 706,7 mil
    Casa
  2. Em alvenaria edificada no lote de terra urbano N37R$ 243,7 mil
    Casa
  3. Em alvenaria medindo 8 mts de largura por 12 mts de…R$ 162,5 mil
    Casa
  4. Urbano medindo 14X42 mtsR$ 130 mil
    Terreno
  5. L200, ano 2012, cor grafiteR$ 113,7 mil
    Previdência VGBL
  6. Honda city ano: 2010/20111R$ 89,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Alexandre declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Pedra Branca do Amapari (AP) · PT · eleito

De onde veio

R$ 8.104
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.104.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 6.31577,9%
  2. Próprio bolsoR$ 1.78922,1%

Para onde foi

R$ 8.104
O maior gasto foi com material impresso: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.104. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de E. C. Ferreira - EppR$ 1.61920%
  2. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 97212%
  3. ServiçosR$ 4866%
  4. EscritórioR$ 80,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Pedra Branca do Amapari (AP), 2016

Alexandre: R$ 26,8 por voto (mediana da disputa, R$ 79,2). O voto mais caro custou R$ 313; o mais barato, R$ 26,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Rupinol AVANTER$ 7,8 mil · 25 votosR$ 313
  • Bernardo Nápoles REPUBLICANOSR$ 10 mil · 35 votosR$ 292
  • Lurdinha DEMR$ 7,8 mil · 30 votosR$ 261
  • Fatinha MDBR$ 9,8 mil · 47 votosR$ 208
  • França Moraes PLR$ 31 mil · 229 votosR$ 137
  • Advaldo Pessoa DEMR$ 17 mil · 153 votosR$ 109
  • Prof. Marcia PC do BR$ 11 mil · 140 votosR$ 79,2
  • Joelma Fortuna MOBILIZAR$ 11 mil · 181 votosR$ 58,2
  • Ayres Andrade MDBR$ 9,8 mil · 172 votosR$ 56,7
  • Zezinho Maciel DEMR$ 8,7 mil · 161 votosR$ 54,1
  • Assis Júnior DEMR$ 10 mil · 209 votosR$ 49,7
  • Alexandre PTR$ 8,1 mil · 302 votosR$ 26,8

Votos por real

  • 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.