Apuração
Vereador · 2016 · PTB

Alex Boquinha

Alexsandro Rodrigues dos Santos · nasceu em 1978

Alex Boquinha se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPTB−0,09← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2008–2012), PTB (2016).

VereadorPartidoPTPTB20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, até o fundamental, comerciante, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Riolândia (SP)
    PTB 14444· centro-direita
    não eleito
  2. 2012
    Vereador · Riolândia (SP)
    PT 13123· centro-esquerda
    suplente122 votos
  3. 2008
    Vereador · Riolândia (SP)
    PT 13121· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Alex Boquinha declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Riolândia (SP) · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 450
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 450.
  1. Outros candidatosR$ 28864%
  2. PessoasR$ 16236%

Para onde foi

R$ 450
O maior gasto foi com material impresso: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 450.
  1. Material impressoR$ 28864%
  2. ServiçosR$ 16236%

Quanto custou cada voto: vereador, Riolândia (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Mário Fidioca, gastou R$ 3,46 por voto. O voto mais caro custou R$ 172; o mais barato, R$ 3,46.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Carla Junqueira PPR$ 7,4 mil · 43 votosR$ 172
  • Prof. Dalto Costa PTBR$ 4,2 mil · 38 votosR$ 111
  • Carlinho Da Loja PATRIOTAR$ 2,2 mil · 27 votosR$ 81,9
  • Simone Tubarão DEMR$ 2,6 mil · 35 votosR$ 73,6
  • Edmar Gomes PTR$ 2,1 mil · 61 votosR$ 34,1
  • Dr Takeda DEMR$ 2,6 mil · 103 votosR$ 25
  • Valter Mega PROSR$ 1,7 mil · 103 votosR$ 16,6
  • Mauro Verdureiro PC do BR$ 1,6 mil · 105 votosR$ 15
  • Clodoaldo PVR$ 1,4 mil · 159 votosR$ 8,59
  • Débora Do Chinila PSBR$ 1,3 mil · 166 votosR$ 7,99
  • Mário Fidioca PVR$ 1,3 mil · 368 votosR$ 3,46

Votos por real

  • 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 3,3 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.