Alex Papa
Alex Papa Alves · nasceu em 1977
Alex Papa se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2016.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 47 anos, superior completo, técnico contabilidade, estatística, economia doméstica e administração, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Alex Papa declarou R$ 323,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 158,5 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2024.
- Alex PapaR$ 323,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 322,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 442,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- imovel residencial de aproximadamente 590 ²R$ 276,2 milCasa
- Prisma Joy, ano 2008R$ 22,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro investido em conta Nu BankR$ 11,4 milOutras aplicações
- dinheiro em especieR$ 11 milDinheiro em espécie
- Fundos de Investimento Banco do BrasilR$ 1.756Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Aplicação Dindin SantanderR$ 684Outras aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Alex Papa declarou ao TSE R$ 270 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para prefeito: R$ 135 mil, 82% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Engenheiro Paulo de Frontin (RJ) · PT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Dos Trabalhadores - Rio De Janeiro - Rj - EstadualR$ 110,3 mil81,7%
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 22,1 mil16,4%
- Próprio bolsoR$ 2.5161,9%
Para onde foi
- Pessoal21 pessoas, não nomeadasR$ 47,4 mil47%
- EventosTudo de Rafael Teixeira RamalhoR$ 26,7 mil26,5%
- InternetR$ 4.5944,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.4191,4%
- ServiçosR$ 7000,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Engenheiro Paulo de Frontin (RJ), 2024
Alex Papa: R$ 278 por voto (mediana da disputa, R$ 142). Quem venceu, Maneko Artemenko, gastou R$ 47,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 901; o mais barato, R$ 47,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alex Papa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marcelo Barbosa PDTR$ 36 mil · 40 votosR$ 901
- Alex Papa PTR$ 101 mil · 363 votosR$ 278
- Leandro Carvalho NOVOR$ 29 mil · 136 votosR$ 215
- Helvecio Lavinas Lago PRDR$ 51 mil · 360 votosR$ 142
- Jauldo Neto SOLIDARIEDADER$ 267 mil · 3.152 votosR$ 84,7
- Maneko Artemenko UNIÃOR$ 251 mil · 5.280 votosR$ 47,6
Votos por real
- 2024, prefeito: 3,6 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 5 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.