Alessandra Azêdo
Alessandra Lydia de Jesus Azêdo · nasceu em 1971
Alessandra Azêdo se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleita em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSOL (2008), PC do B (2010), PT (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 41 anos, ensino médio, jornalista e redator. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputada estadual · AmazonasPC do B 65010· esquerdasuplente3.544 votos; 98º mais votada de 352 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Alessandra Azêdo teve 3.544 votos para deputada estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 98º lugar entre 352 candidatos.
Recebeu votos em 13 cidades. Parintins deu 94,6% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Alessandra Azêdo declarou R$ 219,1 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amazonas. Entre 2010 e 2012, o total caiu R$ 28,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amazonas em 2012.
- Alessandra AzêdoR$ 219,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 15,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 118,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Alessandra Azêdo declarou ao TSE R$ 166 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeita: R$ 73 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Parintins (AM) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 32,9 mil83,4%
- EmpresasR$ 5.02512,7%
- PartidoR$ 1.5473,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 10,8 mil27,5%
- TransporteR$ 10,2 mil25,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5.87914,9%
- PessoalR$ 5.19913,2%
- EventosR$ 3.8539,8%
- ServiçosR$ 3.4668,8%
Quanto custou cada voto: vereadora, Parintins (AM), 2012
Alessandra Azêdo: R$ 63,3 por voto (mediana da disputa, R$ 83,7). Quem venceu, Nelson Da Caixa, gastou R$ 37,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 37,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alessandra Azêdo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jaime Lobato MDBR$ 62 mil · 356 votosR$ 176
- Alex Garcia MDBR$ 172 mil · 1.379 votosR$ 124
- Joel Araújo PTR$ 53 mil · 460 votosR$ 115
- Cabeça MDBR$ 163 mil · 1.589 votosR$ 102
- Carlos Augusto PSDR$ 63 mil · 748 votosR$ 84,1
- Karine Brito PSDR$ 69 mil · 829 votosR$ 83,7
- Vanessa Gonçalves MDBR$ 143 mil · 2.200 votosR$ 65,2
- Alessandra Azêdo PTR$ 39 mil · 623 votosR$ 63,3
- Juliano Petro Velho PDTR$ 46 mil · 738 votosR$ 62,1
- Mateus Assayag PSDBR$ 100 mil · 1.653 votosR$ 60,3
- Nelson Da Caixa PRTBR$ 38 mil · 1.021 votosR$ 37,2
Votos por real
- 2012, vereadora: 16 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2010, deputada estadual: 66 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeita: 8,5 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.