Apuração
Senador · 2014 · DC

Aldo Muro

Aldo Muro Junior · nasceu em 1968

Aldo Muro disputou uma eleição, em 2014, para senador (Goiás), pelo DC: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDC+0,54← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

SenadorPartidoDC2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2014, não eleito.

Declarou ao TSE em 2014: 46 anos, superior completo, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Senador · Goiás
    DC 271· direita
    não eleito9.226 votos, 0,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Aldo Muro declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 566.891 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a senador em Goiás em 2014.

  • Aldo MuroR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 1,1 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 11 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Casa rua A-20R$ 422,3 mil
    Casa
  2. Casa J-45, qd. 90. lt. 24 - setor jaoR$ 232,7 mil
    Casa
  3. Fluence pri 2.0 placa ONB-5993/GOR$ 145,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Wall street sala 801R$ 87,3 mil
    Sala ou conjunto
  5. Wall street sala e vagaR$ 62,1 mil
    Sala ou conjunto
  6. Poupança ouro 1126-6 11.919-9R$ 53,7 mil
    Caderneta de poupança
  7. Conta BB 1126-6 11.919-9R$ 40,7 mil
    Conta corrente no país
  8. BB 1126-6 12.489-3R$ 37,5 mil
    Conta corrente no país
  9. Itau 3935 25093-0R$ 8.695
    Caderneta de poupança
  10. Itau 3935 25093-0R$ 4.689
    Conta corrente no país
  11. BB 1126-6 12.483-3R$ 4.266
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Aldo Muro declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Senador · Goiás · DC · não eleito

De onde veio

R$ 24,1 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 24,1 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Eleicao 2014 Alexandre Silva De Magalhaes GovernadorR$ 20,8 mil86,6%
  2. Próprio bolsoR$ 3.07212,8%
  3. PessoasR$ 1540,6%

Para onde foi

R$ 24,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 24,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Eleicao 2014 Alexandre Silva De Magalhaes GovernadorR$ 5.37622,3%
  2. TransporteR$ 7663,2%
  3. OutrosR$ 1540,6%

Quanto custou cada voto: senador, Goiás, 2014

Aldo Muro: R$ 2,61 por voto (mediana da disputa, R$ 8,92). Quem venceu, Ronaldo Caiado, gastou R$ 14,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 16,7; o mais barato, R$ 0,06.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Aldo Muro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, senador: 384 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.