Aldo Correa
nasceu em 1961
Aldo Correa se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PSDB (2008), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Aldo Correa declarou R$ 67,4 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 45% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- Aldo CorreaR$ 67,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Aldo Correa declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Trombudo Central (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.34352,8%
- PessoasR$ 1.94343,8%
- VaquinhaR$ 1523,4%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.42177,1%
- ServiçosR$ 64814,6%
- Material impressoR$ 3668,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Trombudo Central (SC), 2016
Aldo Correa: R$ 35,8 por voto (mediana da disputa, R$ 25). Quem venceu, Marlon Goede, gastou R$ 12 por voto. O voto mais caro custou R$ 160; o mais barato, R$ 12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Aldo Correa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juanita Voigt PPR$ 4,6 mil · 29 votosR$ 160
- Taise Joelma Da Rosa PLR$ 5,3 mil · 45 votosR$ 118
- Rosenildo Fausto PTR$ 4,8 mil · 46 votosR$ 104
- Luciana PSDR$ 5,8 mil · 70 votosR$ 83
- Aldo Correa MDBR$ 4,4 mil · 124 votosR$ 35,8
- Fábio Ramos PPR$ 5,6 mil · 203 votosR$ 27,6
- Fabinho - Fabio Machado PSDR$ 5,4 mil · 217 votosR$ 25
- Jeferson Kalebe Almeida PLR$ 4,4 mil · 183 votosR$ 24,2
- Guinho - Cristiano J. Meyer PSDR$ 6,5 mil · 267 votosR$ 24,2
- Jean Carlo Damasio PSBR$ 6,8 mil · 330 votosR$ 20,7
- Jaime Guilherme Da Silva PSDR$ 4,7 mil · 263 votosR$ 17,9
- Marlon Goede PPR$ 5,1 mil · 422 votosR$ 12
Votos por real
- 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.