Apuração
Prefeito · 2004 · MDB

Albano Reis

Albano Antonio Reis · nasceu em 1944

Albano Reis se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.

Sempre pelo MDB.

Dep. estadualPrefeitoPartidoMDB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 60 anos, ensino médio, empresario. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Itaguaí (RJ)
    MDB 15· centro
    não eleito529 votos, 0,9%
  2. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    MDB 15106· centro
    eleito52.393 votos; 18º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Albano Reis teve 52.393 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 18º lugar entre 1.233 candidatos.

Recebeu votos em 65 cidades. Rio de Janeiro deu 87,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.

52.393 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 52.393 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)45.708 votos87,2%
  2. Itaguaí (RJ)927 votos1,8%
  3. Niterói (RJ)889 votos1,7%
  4. São João de Meriti (RJ)837 votos1,6%
  5. São Gonçalo (RJ)651 votos1,2%
  6. Outras 50 cidades598 votos1,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Albano Reis declarou ao TSE R$ 217 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 124 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Itaguaí (RJ) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 92,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 92,9 mil.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 89,6 mil96,5%
  2. Próprio bolsoR$ 3.2583,5%

Para onde foi

R$ 92,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 75% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 92,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 4950,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Itaguaí (RJ), 2004

Albano Reis: R$ 176 por voto (mediana da disputa, R$ 42,9). Quem venceu, Charlinho, gastou R$ 37,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 1,67.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Albano Reis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 5,7 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 423 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.