Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Alan Kroth

Alan Bastianello Kroth · nasceu em 1983

Alan Kroth se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT2012PDT2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PDT 12345· centro-esquerda
    eleito132 votos
  2. 2012
    PDT 12345· centro-esquerda· na urna, Alan Bastianello Kroth
    eleito157 votos
  3. 2008
    PDT 12345· centro-esquerda· na urna, Alan B Kroth
    eleito170 votos
  4. 2004
    PDT 12345· centro-esquerda
    eleito117 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Alan Kroth declarou R$ 78,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 50,7 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 78,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 48.441 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Alan KrothR$ 78,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 78,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Alan Kroth declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Dilermando de Aguiar (RS) · PDT · eleito

De onde veio

R$ 9.270
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.270.
  1. Próprio bolsoR$ 8.88995,9%
  2. PartidoR$ 3814,1%

Para onde foi

R$ 9.270
O maior gasto foi com transporte: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.270. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Joao Ademir Flores - MeR$ 1.49816,2%
  2. ServiçosR$ 2702,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Dilermando de Aguiar (RS), 2016

Alan Kroth: R$ 70,2 por voto (mediana da disputa, R$ 86,4). Quem venceu, Alexandre Proença, gastou R$ 44,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 259; o mais barato, R$ 44,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Alan Kroth. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 117 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.