Alan
Alan Carlos Camelo de Oliveira · nasceu em 1982
Alan disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Júlio Borges (PI)), pelo PT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Alan declarou R$ 136,5 mil em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí.
Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- AlanR$ 136,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa residencialR$ 48,7 milCasa
- Fiat strada working CER$ 48,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Comercio varejista de medicamentos veterinarioR$ 32,5 milLoja
- Moto honda C100 bizR$ 6.499Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Alan declarou ao TSE R$ 5,7 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Júlio Borges (PI) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Júlio Borges (PI), 2016
Mediana da disputa: R$ 35,2 por voto. Quem venceu, Dinaldo, gastou R$ 20,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,2; o mais barato, R$ 20,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ermando PPR$ 8 mil · 100 votosR$ 80,2
- Elaice MDBR$ 5,7 mil · 100 votosR$ 56,7
- Monier MDBR$ 5,7 mil · 114 votosR$ 49,7
- Nego Barrufo PPR$ 11 mil · 268 votosR$ 41,4
- Badu MDBR$ 5,7 mil · 143 votosR$ 39,6
- Vaguim PPR$ 7,5 mil · 214 votosR$ 35,2
- Mariângela PPR$ 6,2 mil · 248 votosR$ 25,1
- Agnaldo MDBR$ 5,7 mil · 233 votosR$ 24,3
- Clemilson PSDBR$ 6 mil · 263 votosR$ 22,8
- Hozana PSDR$ 6,9 mil · 305 votosR$ 22,8
- Dinaldo MDBR$ 5,7 mil · 277 votosR$ 20,5
Votos por real
- 2016, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.