Agnaldo
Agnaldo Alves Araújo · nasceu em 1980
Agnaldo se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PTB (2012), MDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, até o fundamental, vereador, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Júlio Borges (PI)MDB 45· centro-direitaNa chapa de Rubinhochapa não eleita1.084 votos da chapa, 28,5%
- 2020Vice-prefeito · Júlio Borges (PI)MDB 45· centro-direitaNa chapa de Rubinhochapa não eleita1.084 votos da chapa, 28,5%
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Agnaldo declarou R$ 27 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 4.260 acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Agnaldo declarou ao TSE R$ 5,7 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Júlio Borges (PI) · MDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Júlio Borges (PI), 2016
Agnaldo: R$ 24,3 por voto (mediana da disputa, R$ 35,2). Quem venceu, Dinaldo, gastou R$ 20,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 80,2; o mais barato, R$ 20,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Agnaldo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ermando PPR$ 8 mil · 100 votosR$ 80,2
- Elaice MDBR$ 5,7 mil · 100 votosR$ 56,7
- Monier MDBR$ 5,7 mil · 114 votosR$ 49,7
- Nego Barrufo PPR$ 11 mil · 268 votosR$ 41,4
- Badu MDBR$ 5,7 mil · 143 votosR$ 39,6
- Vaguim PPR$ 7,5 mil · 214 votosR$ 35,2
- Mariângela PPR$ 6,2 mil · 248 votosR$ 25,1
- Agnaldo MDBR$ 5,7 mil · 233 votosR$ 24,3
- Clemilson PSDBR$ 6 mil · 263 votosR$ 22,8
- Hozana PSDR$ 6,9 mil · 305 votosR$ 22,8
- Dinaldo MDBR$ 5,7 mil · 277 votosR$ 20,5
Votos por real
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.