Apuração
Vereador · 2016 · CIDADANIA

Akson Rosa

Deroakson Mattos Rosa · nasceu em 1981

Akson Rosa disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Camamu (BA)), pelo CIDADANIA: eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA−0,01← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoCIDADANIA2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Camamu (BA)
    CIDADANIA 23222· centro
    eleito331 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Akson Rosa declarou R$ 113,7 mil em bens, em reais de hoje: 8,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

R$ 113,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 70.000 na declaração)

Declarou 8,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.

  • Akson RosaR$ 113,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 13 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 113,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Akson Rosa declarou ao TSE R$ 4,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Camamu (BA) · CIDADANIA · eleito

De onde veio

R$ 4.126
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.126.
  1. Próprio bolsoR$ 2.58762,7%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 1.53837,3%

Para onde foi

R$ 4.126
O maior gasto foi com material impresso: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.126. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 1.05225,5%
  2. TransporteTudo de Mb Bonfim Comercio De Derivados De Petroleo Ltda - EppR$ 64415,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Camamu (BA), 2016

Akson Rosa: R$ 12,5 por voto (mediana da disputa, R$ 12,7). Quem venceu, Valney Da Ilha, gastou R$ 7,40 por voto. O voto mais caro custou R$ 51,6; o mais barato, R$ 7,40.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Akson Rosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Professora Luciene Cardoso SOLIDARIEDADER$ 10 mil · 193 votosR$ 51,6
  • Gilson Mg PLR$ 12 mil · 320 votosR$ 36,5
  • Messinho PPR$ 5,4 mil · 232 votosR$ 23,4
  • Zé Barros PSBR$ 6 mil · 295 votosR$ 20,3
  • Beto De Travessão PLR$ 6,6 mil · 400 votosR$ 16,4
  • Irmão Enoc PATRIOTAR$ 7,7 mil · 567 votosR$ 13,5
  • Keninho MDBR$ 3,9 mil · 307 votosR$ 12,7
  • Akson Rosa CIDADANIAR$ 4,1 mil · 331 votosR$ 12,5
  • Otinho PPR$ 5,2 mil · 438 votosR$ 11,8
  • Alan Cruz PTR$ 4,1 mil · 453 votosR$ 9,10
  • Edmael Chinelis PROSR$ 4,2 mil · 490 votosR$ 8,56
  • Valney Da Ilha REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 566 votosR$ 7,40

Votos por real

  • 2016, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.