Ailton do Taiyo
Ailton Pereira da Silva · nasceu em 1965
Ailton do Taiyo se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PODE (2008), PRTB (2012–2014), SOLIDARIEDADE (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, ensino médio, gerente, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Ailton do Taiyo teve 1.758 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 223º lugar entre 717 candidatos.
Recebeu votos em 28 cidades. Caldas Novas deu 81,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ailton do Taiyo declarou R$ 335,4 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 239,6 mil acima da inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2020.
- Ailton do TaiyoR$ 335,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Ailton do Taiyo declarou ao TSE R$ 131 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 57 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Caldas Novas (GO) · SOLIDARIEDADE · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 19,7 mil34,8%
- PessoalR$ 14,7 mil26%
- TransporteR$ 14,7 mil26%
- ServiçosR$ 7.07612,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4250,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Caldas Novas (GO), 2020
Ailton Do Taiyo: R$ 280 por voto (mediana da disputa, R$ 130). Quem venceu, Marinho Camara, gastou R$ 46 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.120; o mais barato, R$ 46.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ailton Do Taiyo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alessandra Carvalho PLR$ 99 mil · 24 votosR$ 4.120
- Alcione Santos PLR$ 99 mil · 317 votosR$ 312
- Ailton Do Taiyo SOLIDARIEDADER$ 57 mil · 202 votosR$ 280
- Marquinho Persicaldas PLR$ 50 mil · 293 votosR$ 169
- Edmilson Marques PLR$ 85 mil · 510 votosR$ 167
- Eduardo Araújo PLR$ 78 mil · 492 votosR$ 158
- Saulo Inácio PSDBR$ 113 mil · 871 votosR$ 130
- Rodrigo Lima PLR$ 92 mil · 727 votosR$ 127
- Gg Geraldinho PSDBR$ 47 mil · 557 votosR$ 83,7
- Geraldo Pimenta PSCR$ 45 mil · 727 votosR$ 61,9
- Weuller Gonçalves MDBR$ 45 mil · 733 votosR$ 61,1
- Marinho Camara PDTR$ 46 mil · 1.006 votosR$ 46
Votos por real
- 2020, vereador: 3,6 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 62 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.