Agostinho Lopes
Agostinho Lopes da Silva · nasceu em 1946
Agostinho Lopes se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 5.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PTB (2004–2012), AGIR (2016), SOLIDARIEDADE (2020), PODE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 78 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Agostinho Lopes declarou R$ 351,3 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 25 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2024.
- Agostinho LopesR$ 351,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 58 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- CasaR$ 220,9 milCasa
- Carro D2 ano 1986R$ 42 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Carro fox ano 2014R$ 33,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- TerrenoR$ 33,1 milTerreno
- CasaR$ 22,1 milCasa
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Agostinho Lopes declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 17 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Novo Oriente do Piauí (PI) · PODE · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 15,3 mil89,2%
- Outros candidatosR$ 1.85910,8%
Para onde foi
- OutrosR$ 9.42861,6%
- Material impressoR$ 5.88438,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Novo Oriente do Piauí (PI), 2024
Agostinho Lopes: R$ 123 por voto (mediana da disputa, R$ 120). Quem venceu, Zé Nilton, gastou R$ 36,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 729; o mais barato, R$ 36,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Agostinho Lopes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Manoel Guedes PODER$ 15 mil · 21 votosR$ 729
- Lunna Barreto PODER$ 15 mil · 22 votosR$ 685
- Luis Lopes PODER$ 15 mil · 45 votosR$ 340
- Rafael Sobreira PODER$ 15 mil · 59 votosR$ 258
- Larissa Nogueira PODER$ 15 mil · 100 votosR$ 153
- Agostinho Lopes PODER$ 15 mil · 124 votosR$ 123
- Messias PODER$ 15 mil · 127 votosR$ 120
- Marcia Oliveira PPR$ 11 mil · 92 votosR$ 119
- Gigi Feitosa PODER$ 15 mil · 141 votosR$ 109
- Prof Junior Martins PODER$ 15 mil · 156 votosR$ 98,2
- Francisco Queimado PODER$ 15 mil · 226 votosR$ 67,7
- Zé Nilton PPR$ 11 mil · 296 votosR$ 36,9
Votos por real
- 2024, vereador: 8,1 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.