Agnaldo Julio
Agnaldo Jose Bastos Julio · nasceu em 1970
Agnaldo Julio se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSD (2012), PSB (2014–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado federal · ParanáPSB 4005· centro-esquerdasuplente10.891 votos; 73º mais votado de 295 no estado
- 2012Vice-prefeito · Imbituva (PR)PSD 55· direitaNa chapa de Bertoldo Roverchapa eleita10.939 votos da chapa, 62,0%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Agnaldo Julio teve 10.891 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 73º lugar entre 295 candidatos.
Recebeu votos em 134 cidades. Imbituva deu 70,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Agnaldo Julio declarou R$ 243,7 mil em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 106,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Agnaldo JulioR$ 243,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Agnaldo Julio declarou ao TSE R$ 236 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 223 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Imbituva (PR) · PSB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.25339,8%
- PessoalR$ 4.36933,1%
- TransporteR$ 1.2959,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.1338,6%
- ServiçosR$ 7125,4%
- OutrosR$ 2592%
- EscritórioR$ 1731,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Imbituva (PR), 2016
Agnaldo Julio: R$ 20,1 por voto (mediana da disputa, R$ 16,7). Quem venceu, Preta, gastou R$ 9,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 85,2; o mais barato, R$ 9,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Agnaldo Julio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Enfermeira Bony Motta DEMR$ 5,7 mil · 67 votosR$ 85,2
- Zé Roberto PDTR$ 7,7 mil · 251 votosR$ 30,8
- Dorval SOLIDARIEDADER$ 5,8 mil · 258 votosR$ 22,6
- Goreti Do Tom REPUBLICANOSR$ 5,5 mil · 253 votosR$ 21,6
- Elio Da Cachoeirinha DEMR$ 5,7 mil · 266 votosR$ 21,4
- Agnaldo Julio PSBR$ 13 mil · 657 votosR$ 20,1
- Ruberley Bobato DEMR$ 6,9 mil · 415 votosR$ 16,7
- Ronaldo Santana SOLIDARIEDADER$ 7,7 mil · 477 votosR$ 16,1
- Zaqueu Bobato PHSR$ 14 mil · 940 votosR$ 15,2
- Engenheiro Betinho PSDR$ 6,3 mil · 487 votosR$ 12,8
- Elcio Galvão PTBR$ 5,4 mil · 485 votosR$ 11,1
- Preta PSDR$ 6,9 mil · 770 votosR$ 9,02
Votos por real
- 2016, vereador: 50 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 49 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.