Agenor Honório
Francisco Agenor de Sousa · nasceu em 1949
Agenor Honório se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), PSD (2012), DEM (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 67 anos, superior incompleto, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Agenor Honório declarou R$ 99,1 mil em bens, em reais de hoje: 4,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 113,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.
- Agenor HonórioR$ 99,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Montana, ano/modelo 2011/2012, cor vermelha, placa odv 7629R$ 47,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Na rua nogueira tapetyR$ 25,2 milCasa
- Com 36.10.00 hasR$ 11,4 milTerra nua
- Com 28.22.00 hasR$ 9.862Terra nua
- 14,5X28 mts, na rua 05 de abril em dom expedito lopesR$ 2.924Terreno
- Com 25.00.00 has no alto da passagem em dom expedito lopesR$ 1.787Terra nua
- Com 27.29.00 no saco do gino em dom expedito lopesR$ 812Terra nua
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Agenor Honório declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Dom Expedito Lopes (PI) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10,1 mil93,7%
- PessoasR$ 6806,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 6.32658,7%
- ServiçosR$ 3.69734,3%
- Material impressoR$ 7617,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Dom Expedito Lopes (PI), 2016
Agenor Honório: R$ 65,4 por voto (mediana da disputa, R$ 48,4). Quem venceu, Nilza, gastou R$ 31,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 739; o mais barato, R$ 31,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Agenor Honório. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Minas De França PRTBR$ 8,9 mil · 12 votosR$ 739
- Lena PC do BR$ 9,5 mil · 20 votosR$ 475
- Irmao Celio PRTBR$ 11 mil · 129 votosR$ 82,3
- Agenor Honório DEMR$ 11 mil · 165 votosR$ 65,4
- Luiz Quinôr PC do BR$ 15 mil · 276 votosR$ 52,8
- Waguim CIDADANIAR$ 11 mil · 233 votosR$ 48,4
- Ze Wilson PPLR$ 9,5 mil · 203 votosR$ 46,6
- Kyldary Gonçalves REDER$ 11 mil · 251 votosR$ 42,2
- Jernando Leal PROSR$ 15 mil · 382 votosR$ 40,1
- Dr Ramon MDBR$ 10 mil · 262 votosR$ 38,7
- Nilza PVR$ 12 mil · 386 votosR$ 31,2
Votos por real
- 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.