Ramon Belo
Ramon Costa Lima · nasceu em 1985
Ramon Belo se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2024.
Passou por 3 partidos: PSB (2008), MDB (2016), PT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 38 anos, superior completo, advogado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Ramon Belo declarou R$ 494,3 mil em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2024.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2024.
- Ramon BeloR$ 494,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 58 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 9 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Um automovel nissan frontier EX4X4 ano 2018/2019R$ 182,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Empresariop individualR$ 165,7 milQuotas ou quinhões de capital
- Predio comercialR$ 110,5 milPrédio comercial
- Quotas ou quinhões de capitalR$ 22,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Empresario individualR$ 11 milQuotas ou quinhões de capital
- Depósito bancário em conta corrente no PaísR$ 2.304Conta corrente no país
- Aplicação de renda fixaR$ 391Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Depósito bancário em conta corrente no PaísR$ 65Conta corrente no país
- Depósito bancário em conta corrente no PaísR$ 1Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Ramon Belo declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Dom Expedito Lopes (PI) · PT · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Dom Expedito Lopes (PI), 2024
Mediana da disputa: R$ 77,5 por voto. Quem venceu, Marcilene Barros, gastou R$ 26,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.595; o mais barato, R$ 26,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Aurilene Alves MDBR$ 9,6 mil · 6 votosR$ 1.595
- Berg REPUBLICANOSR$ 11 mil · 42 votosR$ 260
- Samilla Albuquerque REPUBLICANOSR$ 11 mil · 53 votosR$ 208
- Mirian Cipriano PPR$ 23 mil · 121 votosR$ 191
- Jusceneide Nobre PPR$ 15 mil · 165 votosR$ 92,8
- Luiz Quinor REPUBLICANOSR$ 13 mil · 142 votosR$ 88,8
- Michele Alves PPR$ 13 mil · 171 votosR$ 77,5
- Naylla Moura MDBR$ 9,6 mil · 136 votosR$ 70,4
- Zé Wilson PPR$ 10 mil · 267 votosR$ 39
- Lopes REPUBLICANOSR$ 11 mil · 306 votosR$ 35,8
- Valdívia Moura REPUBLICANOSR$ 11 mil · 307 votosR$ 35,6
- Marcilene Barros PPR$ 15 mil · 574 votosR$ 26,7
Votos por real
- 2024, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.