Afonso Garcia
Affonso Garcia · nasceu em 1925
Afonso Garcia disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Óleo (SP)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 78 anos, até o fundamental, pecuarista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Afonso Garcia declarou ao TSE R$ 8,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Óleo (SP) · DEM · não eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 7.05782,7%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.47617,3%
Para onde foi
- EscritórioR$ 330,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Óleo (SP), 2004
Afonso Garcia: R$ 15 por voto (mediana da disputa, R$ 12,6). Quem venceu, Rubinho, gastou R$ 2,38 por voto. O voto mais caro custou R$ 17,9; o mais barato, R$ 2,38.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Afonso Garcia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Corumba PPR$ 3,3 mil · 182 votosR$ 17,9
- Afonso Garcia DEMR$ 8,5 mil · 568 votosR$ 15
- Dorival De Andrade PDTR$ 1,1 mil · 91 votosR$ 12,6
- Rubinho PSBR$ 3,3 mil · 1.396 votosR$ 2,38
Votos por real
- 2004, prefeito: 67 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.